Preparar, saltar, conquistar

Preparar, saltar, conquistar


Chega uma hora, que é hora de se lançar a novos desafios, viver novas experiências, encarar nossos medos e ousar.
E foi esta sensação que a imagem me trouxe. Acho que vale a pena algumas palavras sobre ela.
Deixe-se transformar, por um momento, no “eu” deste texto. Permita-se vivenciar este momento como se fosse sua vida, sua história, passando em alguns poucos minutos, mas com um grande poder de quebrar correntes e revigorar suas forças.

Preparar, saltar, conquistar
Sim, eu sei. Esta montanha não é das menores. Mas estou aqui em cima, diante de meu maior desafio. Não seria justo, com meus sonhos, desistir agora. Mas também, neste momento, minhas pernas se tornam imóveis. O medo me paralisa.
Por um momento, ao fechar os olhos, passa um filme de minha vida. Quantos desafios eu já tive até hoje? De quantos eu desisti? Nenhum! Desde pequeno, já me arriscando a andar, muito antes de minhas pernas serem firmes o suficiente. Na escola, com aquele bando de desconhecidos, engoli o choro e resolvi ficar. E não é que deu certo? Ah, estes não são nem 1% dos desafios que venci até hoje. Tenho certeza que se ainda estivessem fechados, meus olhos enxergariam muitos outros momentos. Mas com minha criança interior começo a aprender que não é esta pequena pedrinha que vai me segurar. Minhas pernas começam a se mover. É hora de saltar.
E não é que não foi tão amedrontador assim? Agora, em queda livre, sentindo essa brisa maravilhosa em minha face, aproveitando este por do sol no horizonte, simplesmente perfeito, começo a me perguntar por que não fiz isto antes. Em que momento me perdi entre a liberdade da infância e as responsabilidades de ser adulto? Não lembro, mas se pudesse voltar neste exato momento, escolheria continuar com minha pura essência.
Ah, e depois deste salto maravilhoso, começo a sentir o mar. Muito antes de tocar as águas, já posso sentir como vai ser. Um frio na barriga, muito gostoso por sinal. Acho que é expectativa. Enfim, me lancei, trilhei o caminho, mas estou chegando ao final. Será que vou me esborrachar nestas águas? Calma! Respira fundo, relaxa! Lembra daquela voz antes de você pular? Falava bem baixinho no teu ouvido: “Aproveite o caminho e não deixe o desconhecido te amedrontar. Mantenha a postura e o sorriso no rosto. Lembre que o desafio já foi vencido quando você deu o primeiro passo”. Bem, já me sinto aliviado. Não há com o que se preocupar.
E não é que foi um final maravilhoso? Foi um mergulho perfeito. Que água ótima. E não é que realmente não havia tubarões aqui embaixo, como eu pensava? E olha quantas outras pessoas comemorando esta vitória. A vitória pessoal de cada um. Não tive tempo para reparar em todos os outros ao meu redor, afinal, meus olhos estavam vendados pelo medo e apreensão.
Mas o que são estas mãos dormentes? Este sorriso que não desaparece? Este ardor no peito? Essa vontade de subir mais alto, saltar novamente e enfrentar novos desafios?
Já sei. Bem que me falaram um dia. Mas só agora percebo.
Chegará um dia, que reconhecerá suas forças, conhecerá seus limites e ousará desafiar-se cada dia mais. Aproveitará cada minuto como se fosse único, afinal, eles são únicos. Não mais dará ouvidos aos pessimistas que acham que ao final há um mar de tubarões, mas terá a certeza de que, como você, muitas pessoas também estão saltando rumo ao seu sucesso. E você não vai ficar para trás.
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